Joaquim Nabuco – atual há mais de cem anos

Correspondentes internacionais estão todos os dias nos principais telejornais e periódicos de papel ou não. É um termo ainda comum à maior parte das pessoas, mesmo nesse estágio da globalização. Joaquim Nabuco foi provavelmente o primeiro de todos. E se deparou, no século XIX, com uma questão atualíssima nessa segunda década do século XXI: como ser jornalista quando as notícias chegam “rapidamente” a todos. Na época dele, esse rapidamente tinha outro tempo. Eram os telegramas que haviam sido inventados há poucos anos, quase instantâneos em comparação com suas reportagens enviadas por navio – ou seja, que levavam quase um mês para chegar e serem publicadas. Para resistir a essa defasagem, eram análises profundas das situações mais relevantes que vivia o mundo de então. Essa é uma lição que ele deixou, e eis porque os autores dos livros Joaquim Nabuco – correspondente internacional (vol. 1 e vol. 2) (Global Editora), Cícero Sandroni, José Murilo de Carvalho e Leslie Bethell, enfatizam a importância da obra nestes tempos nossos de internet. O aprofundamento sempre há de ter espaço, interesse, necessidade.

Os dois livros, lançados em parceria da Global Editora com a Academia Brasileira de Letras (ABL), trazem ensaios dos organizadores Cícero Sandroni, José Murilo de Carvalho e Leslie Bethell, além dos textos publicados no Jornal do Commercio, entre outros veículos da época (metade final do século XIX e início do XX), do jornalista e diplomata abolicionista brasileiro Joaquim Nabuco (1849-1910).

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