Genialidade na “bagunça organizada”

Que ninguém mexesse naquela “bagunça”, que era perfeitamente organizada. No escritório da casa em Apipucos, no Recife, Gilberto Freyre empilhava livros de consulta e seus escritos (sempre à mão e a lápis), que quando chegava o tempo de virarem livro o faziam acordar às 4 da manhã. Sentava-se na cadeira de modo muito peculiar, com uma das pernas sobre o braço confortável dela, e trabalhava. Dessa forma, contada neste vídeo pela filha, Sônia Freyre, e pela antropóloga Fátima Quintas, Gilberto Freyre escreveu diversas de suas obras, hoje publicadas pela Global Editora. Conheça um pouco mais dos métodos de criação desse grande pensador brasileiro.