Loyola leva o Juca Pato de 2019

Ignácio de Loyola Brandão acaba de ganhar mais um prêmio: O Juca Pato — Intelectual do Ano de 2019.

O Prêmio Juca Pato (Intelectual do Ano) é um prêmio literário brasileiro, concedido anualmente pela União Brasileira de Escritores (UBE) à intelectualidade brasileira, referenciando aquele que, no ano anterior, tenha publicado uma obra de grande impacto e repercussão nacional.

O nome do prêmio é do personagem criado pelo jornalista Lélis Vieira e ilustrado pelo caricaturista Benedito Carneiro Bastos Barreto para o jornal “Folha da Manhã”, que representava o escritor brasileiro.
Entre os 61 escritores já premiados estão Cora Coralina (1983), Rachel de Queirós (1992), Lygia Fagundes Telles (2008) e Renata Pallottini (2017). Além de nomes como Érico Veríssimo, Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Antonio Callado, Dom Paulo Evaristo Arns e Antonio Candido.

Sobre a escolha, depois de consultar entidades literárias e culturais, a diretoria da entidade aprovou para disputa dois nomes de renomado prestígio literário e projeção nacional: Josélia Aguiar e Ignácio de Loyola Brandão.

Josélia Aguiar retirou-se da candidatura, alegando não desejar concorrer com Loyola por considerar que ele merecia mais o importante prêmio.  O Intelectual do Ano de 2019, e ganhador do Troféu Juca Pato foi, portanto, o escritor Ignácio de
Loyola Brandão.

A solenidade de entrega do prêmio acontecerá no dia 02 de dezembro de 2019 (segunda-feira), às 19h00, no auditório da Biblioteca Municipal Mário de Andrade, em São Paulo.

Sobre Ignácio de Loyola Brandão

Nasceu em Araraquara, São Paulo, em 1936. Jornalista e escritor, passou pelas redações dos periódicos brasileiros Estadão, Claudia, Última Hora, Realidade, Planeta, Ciência e Vida e Vogue, e do francês Lui.
Loyola tem mais de 40 livros publicados. São romances, contos, crônicas, relatos de viagens e livros destinados ao público infantil. Entre os romances mais conhecidos estão Bebel que a Cidade Comeu, Zero, Não Verás País Nenhum, Desta terra nada vai sobrar, a não ser o vento que sopra sobre ela, O Beijo Não Vem da Boca, Dentes ao Sol, O Anjo do Adeus e O Anônimo Célebre. Seus livros foram traduzidos para diversos idiomas, incluindo alguns menos convencionais, como húngaro, tcheco e sul-coreano. Com O Menino que Vendia Palavras, ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Ficção de 2008. Em 2016, recebeu da Academia Brasileira de Letras (ABL) o Prêmio Machado de Assis pelo conjunto de sua obra.  Em 2019, foi eleito à cadeira número 11 da ABL.

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